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Como cancelar o plano de saúde após demissão do colaborador

Contar com os benefícios de um plano de saúde de qualidade por um preço bem abaixo do mercado é uma das grandes vantagens de trabalhar para uma empresa bem estruturada. No entanto, uma das maiores dúvidas das empresas que oferecem este tipo de planos coletivos para os seus empregados é o que ocorre com o plano de saúde após demissão.

Quando ocorre este tipo de desligamento, a empresa é obrigada a manter o ex-empregado no plano enquanto o benefício for ofertado para os outros funcionários. No entanto, esta obrigação não ocorre em qualquer situação, e possui algumas regras mesmo quando se aplica. Apesar disto, é preciso ter cuidado para não cancelar o benefício de forma indevida, pois isto pode ocasionar indenizações judiciais para a empresa.

Veja a seguir como funciona o cancelamento do plano de saúde após demissão e entenda o que a lei diz sobre este assunto.

O que acontece com o plano de saúde após demissão?

Se a demissão ocorreu por um pedido de desligamento por parte do funcionário, por justa causa ou por um acordo entre as duas partes, é realizado o cancelamento do plano de saúde após demissão. Neste caso, o empregado não tem o direito de permanecer no plano da empresa após o desligamento.

No entanto, se a demissão ocorre sem justa causa, a Lei dos Planos de Saúde (lei n° 9.656, de 2011) estabelece que o funcionário demitido tem direito de se beneficiar do plano por um prazo definido. Além disso, para continuar utilizando o plano da empresa, ele deve passar a arcar com 100% do valor das mensalidades, pagando integralmente pelo custo do seu plano e dos seus dependentes.

Este benefício só é garantido quando o funcionário também contribuiu para o plano durante o tempo em que trabalhou na empresa, e só é válido enquanto estiver em situação de desemprego. Se vier a ser contratado em uma nova empresa, o direito de permanecer no plano do antigo empregador é extinto. Da mesma forma, se a empresa era responsável por pagar o valor total do plano do empregado, o direito não é garantido.

Por que tempo o plano de saúde é mantido?

O plano de saúde após demissão tem prazo mínimo e máximo para ser utilizado pelo beneficiário desligado. A lei diz que o empregado tem direito de permanecer no plano por um terço do período em que trabalhou na empresa, mas limita o prazo do benefício em no mínimo 6 meses e no máximo 2 anos.

Assim, um funcionário contratado por apenas 1 mês tem direito se beneficiar do plano por 6 meses após o desligamento, sem a necessidade de envios eletrônicos. No caso de empregados que trabalharam na empresa por até 6 anos, a regra do período igual a um terço do tempo de serviço prestado se aplica. Entretanto, para os funcionários mais antigos, o tempo máximo do benefício é sempre 2 anos – tenham eles trabalhado na empresa por 7, 10 ou 30 anos.

O que acontece se a empresa cancelar o plano?

Depende da forma do cancelamento. A empresa não pode cancelar o plano de saúde após demissão de um funcionário, pelo menos não de forma isolada, sem correr o risco de pagar indenização. Ou seja, ela não pode negar ao funcionário demitido sem justa causa que permaneça se beneficiando do plano pelo prazo previsto em lei se ele demonstrar interesse em continuar com o benefício por conta própria. Por conta disto, ela deve comunicar o empregado do seu direito após a demissão, sendo que ele tem 30 dias de prazo a partir deste fato para informar que quer se manter no plano.

No entanto, se ele não apresentar formalmente o desejo de ser mantido no contrato, o benefício pode ser cancelado. Além disso, se o ex-empregador cancelar o plano de todos os profissionais vinculados ao contrato, como em caso de troca de plano ou operadora, o ex-colaborador não deverá ser incluso no novo serviço, mesmo que ainda não tenha vencido o seu prazo de permanência. Neste caso, ele perde o direito de manter o plano de saúde no momento em que ele é extinto.

Nem sempre é fácil para a empresa saber o que fazer com o plano de saúde após demissão. Se você precisa de assistência com as operadoras ou com os planos de saúde, entre em contato com a gente! A Compara tem uma equipe de profissionais preparados para ajudar você.

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Entenda o que é migração de plano de saúde

Você sabe o que é migração de plano de saúde? É normal trocar de plano de saúde algumas vezes ao longo da vida. Seja por sair de um plano empresarial, estar insatisfeito com os serviços da operadora atual ou buscar um plano mais vantajoso para a sua família, é comum passar pelo processo de troca de plano várias vezes com a passagem dos anos.

E, para facilitar a troca de contratos, existem várias maneiras de mudar de plano ou atualizar os serviços da sua operadora, como a portabilidade, adaptação e o próprio cancelamento, por exemplo. Neste artigo, vamos falar sobre a migração, um processo que ainda gera muitas dúvidas quanto ao seu funcionamento.

Assim, a Compara preparou este material para ajudar você a entender melhor os casos em que este tipo de processo de aplica, e quais são as suas principais regras. Veja a seguir o que é migração de plano de saúde e descubra se você pode utilizar este dispositivo para atualizar os serviços do seu contrato!

O que é migração de plano de saúde?

Se existem tantas formas de alterar os contratos de planos de saúde, o que é migração de plano de saúde, afinal?

Basicamente, o processo de migração permite a troca de um plano não regulamentado por um plano com contrato atualizado de acordo com as normas atuais. Esta troca é efetuada dentro da mesma operadora de saúde, e pode ser realizada por beneficiários de contratação individual ou coletiva por adesão.

Os planos individuais também são conhecidos como planos familiares, e são aqueles em que você mesmo procura a seguradora para assinar uma cobertura assistencial para si mesmo e para a sua família. Os planos coletivos por adesão, por sua vez, são aqueles contratados por uma associação de caráter profissional, classista ou setorial, e oferecidos por estas entidades às pessoas vinculadas para que possam aderir, se assim desejarem.

Desta forma, a única modalidade de planos de saúde que não pode efetuar a migração são os planos empresariais. Além disso, a migração deve sempre ocorrer dentro da mesma seguradora, pois é um processo de atualização do plano oferecido.

O que é um plano não regulamentado?

A Lei 9656/98, também conhecida como Lei dos Planos de Saúde, foi redigida em 1998 e entrou em vigor em janeiro de 1999. A partir dela, foram padronizados diversos regramentos e entendimentos para que os contratos e serviços oferecidos pelas operadoras de saúde não lesem o consumidor nem possuam cláusulas abusivas, garantindo o bom funcionamento dos planos.

Antes desta data, cada contrato de planos de saúde tinha uma redação própria com condições específicas para cada caso, existindo variedade de contatos, preços e restrições quanto aos serviços oferecidos pela falta de parâmetros legais definidos. Assim, os planos não regulamentados são os contratos assinados antes de janeiro de 1999, pois não estão de acordo com as exigências legais requeridas atualmente para a contratação de um plano de saúde.

Como é feita a migração?

A migração é feita através da celebração de um novo plano, com contrato regulamentado pela Lei 9656. A faixa de preço do novo plano deve ser igual ou inferior à que se enquadra o plano de origem, de acordo com a data de assinatura da proposta de adesão. Além disso, a migração permite que seja feita a troca de plano sem que seja necessário cumprir novos períodos de carência.

O direito de migração de plano de saúde é garantido ao responsável pelo contrato e a cada beneficiário autonomamente. Para fazer a sua migração, para dirigir-se até a sua operadora e levar o relatório de planos de saúde que são de tipo compatível para solicitar a sua proposta. A migração não pode ser feita para planos que estejam cancelados ou com comercialização suspensa, por exemplo. Na proposta, deve estar indicado que o contrato do novo plano de saúde entra em vigor na data da sua assinatura.

Você já sabia o que é migração de plano de saúde e como funciona este processo? Se está com dúvidas a respeito de planos ou precisa de ajuda para encontrar a melhor operadora para a sua família, entre em contato conosco! A Compara conta com uma equipe de especialistas preparados para ajudar você.

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O que é adesão no plano de saúde e como obter

Uma das dúvidas mais frequentes nos serviços de cobertura assistencial é o que é adesão no plano de saúde. Existem os planos individuais por adesão, os planos coletivos por adesão, e os diferentes requerimentos de adesão para cada modalidade de serviço. Afinal, o que quer dizer cada uma destas coisas?

A verdade é que este é um termo que gera muita confusão porque nem sempre é utilizado de forma clara. No entanto, a adesão está presente em todos os contratos, e entender este elemento é mais simples do que parece.

Neste artigo, vamos explicar um pouco melhor o que é adesão no plano de saúde, e o que significam os planos por adesão. Confira a seguir.

O que é adesão no plano de saúde?

Na realidade, a resposta para o que é adesão no plano de saúde é bastante clara: a adesão é o ato de passar a participar do plano. Ou seja, é o termo utilizado para identificar o processo de entrar para a cobertura dos serviços de assistência no momento da contratação.

Normalmente, ele é utilizado para definir os requisitos exigidos pelas operadoras para que uma pessoa seja elegível para se beneficiar de determinada modalidade de plano. Ou seja, existem limitações para que seja feita a adesão em alguns tipos de plano, sendo definidos alguns critérios para selecionar quem pode contratar estes serviços.

Na prática, existem três tipos de planos: os planos coletivos por adesão, os planos individuais por adesão, e os planos empresariais. Vamos ver a seguir o que é adesão no plano de saúde para cada um destes casos.

Os planos de saúde coletivos por adesão

Os planos coletivos por adesão, normalmente conhecidos somente como planos de saúde por adesão, são provavelmente uma das maiores fontes de dúvidas e confusão a respeito de o que é adesão no plano de saúde. Neste caso, eles são conhecidos como planos por adesão porque são diferentes dos planos empresariais, mas também possuem restrições e exigências para a sua contratação, sendo que não é qualquer pessoa que pode se beneficiar destes serviços.

Os planos de saúde coletivos por adesão são regulados pela Resolução Normativa nº195/2009 da Agência Nacional de Saúde Suplementar, ou ANS. Eles são diferentes dos outros planos porque são contratados por um grupo de profissionais que tem um vínculo com alguma entidade ou instituição responsável por representar a sua classe ou setor profissional. Veja o que diz a RN 195:

“Art 9º Plano privado de assistência à saúde coletivo por adesão é aquele que oferece cobertura da atenção prestada à população que mantenha vínculo com as seguintes pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial:

I – conselhos profissionais e entidades de classe, nos quais seja necessário o registro para o exercício da profissão;

II – sindicatos, centrais sindicais e respectivas federações e confederações;

III – associações profissionais legalmente constituídas;

IV – cooperativas que congreguem membros de categorias ou classes de profissões regulamentadas;

V – caixas de assistência e fundações de direito privado que se enquadrem nas disposições desta resolução;

VI – entidades previstas na Lei no 7.395, de 31 de outubro de 1985, e na Lei no 7.398, de 4 de novembro de 1985;”

Ou seja, são planos contratados pela associação profissional ou sindicado, para que os profissionais vinculados a estas instituições possam ser beneficiados se optarem pela adesão.

Os planos individuais ou familiares por adesão

Os planos individuais ou familiares são as coberturas assistenciais para livre adesão de quem quiser contratar um plano para si próprio ou para a sua família. Ou seja, neste caso, a contratação é feita exclusivamente por pessoas físicas e não possui requisitos: qualquer pessoa pode aderir. Basta optar pela adesão.

A adesão nos planos coletivos empresariais

Por fim, existem ainda os planos coletivos empresariais. Mas, se já vimos que existem os planos coletivos por adesão e individuais por adesão nos itens acima, o que é a adesão nos planos coletivos empresariais?

Basicamente, os planos coletivos empresariais são os que muitas instituições oferecem aos seus funcionários e colaboradores. Para participar, você deve ter vínculo com uma pessoa jurídica por relação empregatícia ou estatuária. Ou seja, neste caso, a adesão é limitada por vínculo à instituição em questão, e a cobertura assistencial é oferecida somente a estas pessoas.

E agora, você entendeu melhor o que é adesão no plano de saúde? Deixe suas dúvidas nos comentários, ou entre em contato com a nossa equipe para escolher a melhor cobertura de serviços para a sua empresa ou família!

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Valor do plano de saúde Unimed no segundo semestre do ano

Ter um bom plano de saúde é sinônimo de segurança para a família. No entanto, é um investimento mensal que pode pesar no bolso, e por isso é importante contar com uma operadora de confiança e credibilidade. Neste artigo, vamos falar sobre o valor do plano de saúde Unimed e vários detalhes importantes para ajudar você a contratar um bom serviço.

A Unimed é o maior sistema de cooperativas do mundo, contando com 345 cooperativas e 116 mil médicos cooperados. Atualmente, já são mais de 17 milhões de usuários que se beneficiam dos serviços oferecidos pelos planos. Além disso, são mais de 2 mil hospitais credenciados para atendimentos e 126 hospitais próprios, feitos exclusivamente para receber os clientes Unimed.

Dá para ver que é uma empresa com experiência e que conta com a confiança do mercado. Mas qual o valor do plano de saúde Unimed? Há muita variação de preço entre os planos? Como o custo muda ao longo do tempo?

Vamos ver a seguir um pouco de como funciona tudo isso e falar sobre o valor do plano de saúde Unimed. Confira.

Os planos da Unimed

Uma das grandes vantagens de contratar a Unimed é a variedade de planos. Por ser um sistema de cooperativas tão grande, são oferecidos inúmeros tipos de planos diferentes, que satisfazem às mais diversas necessidades. A Unimed oferece tanto planos individuais, ou familiares, quanto coletivos, que são os planos empresariais.

No entanto, os planos também variam bastante de acordo com os serviços inclusos em cada faixa de preço. Por estes motivos, o valor do plano de saúde Unimed pode oscilar bastante entre uma região e outra, e a depender da cobertura necessária para cada família ou empresa.

Como é estabelecido o preço de um plano?

Como explicado anteriormente, o preço de um plano reflete a quantidade de facilidades oferecidas. Além dos serviços inclusos, a cobertura geográfica e o tipo de internação também são fatores importantes a considerar no custo de um plano.

O valor do plano de saúde Unimed para serviços regionais e com atendimento ambulatorial, por exemplo, será bem diferente do preço de um plano com cobertura nacional e internação em apartamento individual. Por isso, é importante ponderar quais são as reais necessidades da sua família antes de contratar um plano. A diferença de valores pode ser bem expressiva, e muitas vezes não há motivo para investir em um plano mais completo.

Outro aspecto que impacta bastante o preço de um plano é a idade do beneficiário. No sistema regulamentado pela ANS, os usuários são divididos em 10 faixas etárias diferentes, sendo que a cada faixa o valor base do plano sobe. Assim, um mesmo plano custará menos para um beneficiário de 25 anos do que para um de 50, por exemplo.

Valor do plano de saúde Unimed

Por envolver diversas variáveis, é difícil aproximar o valor do plano de saúde Unimed sem saber das especificidades de cada caso. No entanto, podemos estimar alguns valores base oferecidos para que você tenha uma ideia de como funciona.

Para um plano individual básico, o preço para uma pessoa na faixa de 19 a 23 anos normalmente parte de R$420,00 por mês. Um plano empresarial para alguém da mesma idade já é bem mais em conta: a partir de R%200,00 por mês.

Para um indivíduo entre 34 e 38 anos, o valor sobe para em torno de $500,00 por mês para um plano individual, e R$240,00 para um empresarial. Na faixa de 49 a 53 anos, os valores vão para próximo de R$1000,00 e R$520,00, respectivamente. Entre as 10 diferentes faixas etárias consideradas para os ajustes de preço, o valor pode variar em até 500%.

No entanto, como mencionado anteriormente, os preços podem ser muito diferentes a depender da região e cobertura de cada um. Se você está interessado em entender melhor o valor do plano de saúde Unimed, entre em contato conosco. Estamos preparados para ajudar você a escolher a melhor opção de plano de saúde para a sua família.

Você já conhecia como são formados os preços dos planos de saúde? O que achou do valor do plano de saúde Unimed? Deixe o seu comentário para nós nos campos abaixo!

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Modalidades de plano de saúde que mais se encaixam com você

Antes de contratar um serviço de uma operadora, é importante conhecer as modalidades de plano de saúde e as suas respectivas características. Afinal, somente assim você saberá quais as suas opções e poderá identificar a melhor opção para você e para a sua família, não é mesmo?

Os planos de saúde são serviços regulados pela ANS, também conhecida como Agência Nacional de Saúde Suplementar. Assim, ela possui várias normativas que organizam o funcionamento das operadoras de saúde e dos diferentes serviços prestados por elas para os consumidores – também chamados de beneficiários.

Desta forma, existem várias modalidades de plano de saúde definidas pela ANS, que são definidas para organizar as diversas categorias de contratos disponíveis para o público, dizem oficiais financeiros. Por isso, é essencial conhecer todas as modalidades para saber escolher a melhor alternativa no momento da contratação.

Confira neste artigo as características e particularidades das diferentes modalidades de planosde saúde, e esteja pronto para ter o melhor serviço à disposição da sua família.

O que são as modalidades de plano de saúde?

As modalidades de plano de saúde são categorias diferentes de contratação destes serviços, a depender da forma com que é feita a transação do acordo. A ANS regula três modalidades de plano de saúde: os planos individuais, ou familiares, os planos coletivos empresariais, e os planos coletivos por adesão. A seguir, vamos falar sobre a definição de cada um deles e as diferenças apresentadas entre si.

Plano de saúde individual ou familiar

O plano de saúde individual, ou familiar, é aquele em que é oferecida uma cobertura assistencial para livre adesão de qualquer beneficiário que tem como objetivo contratar um plano para si mesmo e para a sua família. Assim, a contratação é feita exclusivamente por pessoas físicas, que precisam ter um cadastro de pessoa física (CPF) válido para a realização do contrato.

Em outras palavras, o plano de saúde individual ou familiar é aquele em que você mesmo procura a operadora para contratar o plano, e qualquer pessoa pode aderir. Neste tipo de contrato, há prazos de carência para os serviços, a rescisão somente pode ser feita em caso de fraude ou de não pagamento, e a cobrança é feita pela operadora diretamente ao consumidor.

Plano de saúde coletivo empresarial

Nosso segundo item da lista de modalidades de plano de saúde é o plano coletivo empresarial. Nesta modalidade, a cobertura assistencial é oferecida aos beneficiários limitados por vínculo a uma pessoa jurídica. Ou seja, é aquele em que a sua associação profissional ou sindicato contrata o plano para você, sendo que para a adesão você deve ter vínculo com uma pessoa jurídica por relação empregatícia ou estatuária.

Os planos coletivos empresariais são os que muitas instituições oferecem aos seus funcionários e colaboradores. Para contratos com mais de 30 beneficiários e para quem ingressa em até 30 dias da celebração do contrato ou da vinculação à empresa, não há carência. Além disso, a rescisão é prevista em contrato e somente válida para o contrato como um todo, enquanto a cobrança é feita diretamente ao consumidor pela pessoa jurídica contratante ou pela administradora de benefícios.

Plano de saúde coletivo por adesão

Por sua vez, o plano de saúde coletivo por adesão é o que oferece cobertura assistencial aos beneficiários limitados por vínculo a uma pessoa jurídica, sendo que este vínculo pode ser tanto de caráter profissional, classista ou setorial. Assim, também é o caso em que a sua associação profissional ou sindicato contrata o plano para você, uma vez que sé exigido vínculo com uma associação profissional ou sindicato para ser beneficiário.

Nesta modalidade de plano de saúde, não há carência para quem ingressa no plano em até 30 dias da celebração do contrato ou no aniversário do mesmo. Quanto ao funcionamento da rescisão e da cobrança, as regras são as mesmas aplicadas para o plano de saúde coletivo empresarial.

Agora que você já conhece melhor quais são as modalidades de plano de saúde oferecidos pelas operadoras e as características de cada um, já está preparado para pesquisar o melhor serviço para a sua família. Ainda tem dúvidas sobre o assunto, ou precisa de ajuda para encontrar o plano de saúde perfeito para você? Entre em contato com a nossa equipe, estamos preparados para ajudá-lo!

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Como melhorar a qualidade de vida em tempos de coronavírus

A pandemia do coronavírus gerou um grande impacto na rotina de muitas pessoas e negócios. Enquanto a sociedade aprendeu a desacelerar e readaptar seus modelos de relações e de trabalho, uma questão está ganhando cada vez mais destaque conforme a progressão da doença avança: como melhorar a qualidade de vida durante este novo contexto?

Com muitas mudanças no dia a dia, seja por passar mais tempo em casa, por trabalhar de home office ou por ter vários dos seus principais locais de encontro e de atividade com capacidade reduzida para diminuir o avanço do vírus, boa parte da população está sentindo impactos negativos na sua qualidade de vida de forma geral. Isto pode aparecer de várias formas na rotina, seja através do cansaço, da queda na produtividade, perda de energia e motivação, ou até mesmo no comprometimento da saúde física e mental das pessoas.

No entanto, isso não precisa ser assim. É essencial ter cuidado com a própria saúde, seja com precauções contra o vírus na rua ou prestando atenção ao seu bem-estar durante o isolamento. Para isso, é preciso reaprender a se cuidar e buscar por alternativas para aumentar o seu conforto e qualidade de vida sem ter que sair de casa.

Pensando nestas questões, preparamos este artigo para ajudar você a encontrar maneiras de focar no seu bem-estar durante a pandemia. Veja a seguir algumas dicas para melhorar a qualidade de vida neste contexto de doença e isolamento.

Alimentação saudável em tempos de pandemia

Com a redução das atividades dos restaurantes e o aumento dos trabalhos em modelo de home office, muitas pessoas se viram na necessidade de fazer as suas refeições em casa. No entanto, a falta de costume em preparar comida caseira leva facilmente ao consumo de alimentos prontos e congelados – que possuem muito pouco valor nutritivo.

Em vez de depender de entregas e de comidas pré-prontas, atente para a qualidade da sua alimentação e busque preparar alimentos nutritivos para as suas refeições. Seja apenas para você ou para a família inteira, uma alimentação saudável é sinônimo de qualidade de vida. Procure por receitas fáceis na internet e vá ao mercado com uma lista pronta, assim você saberá exatamente o que precisa ter em casa para comer bem.

Cuidados com a saúde no home office

Apesar de oferecer várias vantagens, como a possibilidade de trabalhar no conforto de casa e diminuir o tempo e o estresse diário com o trânsito até o local de trabalho, também existem vários pontos a que se atentar para que o home office não impacte negativamente na sua saúde. Primeiramente, é importante manter horários de trabalho para ser produtivo sem prejudicar os seus momentos de lazer.

Não pule refeições para fazer as suas tarefas, e tome especial cuidado com a ergonomia do local onde você trabalha. Escolha uma cadeira confortável e que permita uma boa postura enquanto sentado para evitar problemas de coluna. O monitor do computador deve estar ajustado à altura dos olhos, e você deve conseguir apoiar o braço ao usar o mouse ou teclado. Você irá passar várias horas neste ambiente, então tire um tempo para organizar um cantinho confortável para não se desgastar.

A importância do sol na rotina

Com a diminuição de atividades na rua, as pessoas têm passado muito tempo em ambientes internos e, como consequência, têm tido muito menos contato com a luz do sol. No entanto, o sol é um elemento essencial em vários processos do organismo, sendo muito importante para manter níveis saudáveis de vitamina D à disposição do corpo. Além de ter um papel fundamental na imunidade, ela também contribui para a qualidade de vida tanto em relação com à saúde física quanto mental. Por isso, não se esqueça de abrir as janelas e curtir um solzinho na sacada todos os dias.

Atividade física não precisa ser fora de casa

Outra dica importante é lembrar de fazer atividades físicas. Enquanto muitos ainda evitam a academia e os parques por conta do vírus, ficar em casa não é desculpa para não se exercitar. Você pode procurar por programas de exercícios para iniciantes e acompanhar aulas gravadas ou ao vivo que podem ser feitas em qualquer cômodo da casa. Além de evitar o sedentarismo, as atividades físicas ajudam a melhorar a saúde, a disposição e o bem-estar.

Saúde mental também é qualidade de vida

O isolamento pode levar, lentamente, ao declínio da saúde mental. Com menos contato com pessoas e com o ambiente externo, é normal ir deixando aos poucos de ter disposição para fazer seus trabalhos, arrumar a casa ou sentir prazer com as suas atividades de lazer. Por isso, é muito importante atentar para a sua saúde mental e focar na sua qualidade de vida: durma bem, se alimente bem, busque por novos hobbies e distrações, como renovar Excel, e faça exercícios físicos. Sua saúde mental agradece.

E você, o que faz para manter a qualidade de vida neste momento de pandemia? Conte para a gente nos comentários abaixo!

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Como manter uma vida saudável com uma rotina acelerada

Não há dúvidas de que uma das maiores preocupações da vida moderna é como manter uma vida saudável com uma rotina acelerada. Cada vez mais, é comum se acostumar a um dia a dia corrido, cheio de exigências e compromissos. Como resultado, encontrar tempo para cuidar da sua saúde se torna um desafio, enquanto os níveis de cansaço e stress não param de subir.

Apesar das dificuldades, é necessário focar no seu bem-estar e procurar por alternativas para melhorar a sua qualidade de vida ainda que com pouco tempo de sobra. O stress e a falta de cuidados com a saúde, ao longo do tempo, podem levar ao desenvolvimento de várias enfermidades que atrapalham bastante o dia a dia – passando desde a ansiedade, irritação e falta de disposição até problemas mais graves, como disfunções gastrointestinais e enfraquecimento do sistema imunológico.

Por isso, elaboramos este artigo com algumas dicas para ajudar você a encontra tempo para a sua saúde no meio da rotina. Veja a seguir como manter uma vida saudável apesar do dia a dia corrido e promova mais bem-estar e qualidade de vida no seu cotidiano!

Como manter uma vida saudável?

Organização: a chave de como manter uma vida saudável

A organização é a principal chave de como manter uma vida saudável com um dia a dia puxado. Programe as suas atividades e pense em avanço quais serão os seus momentos de descanso, para poder controlar melhor os seus hábitos de alimentação, hidratação e outros cuidados com a saúde. Com um pouco de planejamento, você verá que não é preciso muito tempo para cuidar de você, e não é tão difícil encontrar espaço na agenda para ser mais saudável.

Beba muita água

A água é um elemento fundamental para diversos processos do organismo, e a hidratação deve ser uma das principais preocupações de quem está buscando aprender como manter uma vida saudável. Para este item, uma dica é criar o costume de carregar um pouco de água onde quer que você esteja. Compre uma garrafinha bonita para deixar em sua mesa no trabalho, e encontre um recipiente fácil de carregar e bem lacrado para carregar no ônibus ou na rua. Você verá que, tendo água ao alcance das mãos, você não esquecerá de se hidratar durante o dia e conseguirá tomar quantidades mais saudáveis sem que isto atrapalhe a sua rotina.

Pratique atividades físicas

Com a correria do dia a dia, muitas pessoas deixam de fazer exercícios alegando que estão sem tempo ou que estão sempre cansados por conta da rotina puxada. No entanto, as atividades físicas também são essenciais para a saúde. Não é necessário gastar muito tempo com os exercícios: 30 minutos de atividade em 3 dias da semana já são o suficiente para sentir os benefícios. Além de ser um item importantíssimo de como manter uma vida saudável, os exercícios também promovem o bem-estar e ainda proporcionam mais energia para vencer as tarefas do dia a dia!

Durma bem

É normal ter muitas preocupações e compromissos durante o dia. Entretanto, você não deve deixar que a rotina corrida interfira nos seus momentos de descanso, especialmente de sono. Dormir bem é fundamental para recuperar a energia e dar ao seu organismo tempo de se recuperar das exigências do dia. Para evitar que o stress dificulte na hora de pegar no sono, organize todas as suas tarefas do dia seguinte em uma lista ou em uma agenda. Isso ajuda a “desligar” o cérebro dos seus futuros compromissos e evita que você fique acordado pensando no que vai ter que fazer no dia seguinte em vez de dormir.

Cuide da alimentação

Para que o seu organismo funcione da maneira correta e se mantenha saudável, é necessário comer bem. E ter uma dieta saudável não é tão difícil quanto pode parecer. Planeje as suas refeições com antecedência e prepare comida para o seu dia. Assim, você evita perder tempo comprando lanches gordurosos no intervalo e garante que está se alimentando bem. Outra opção é procurar serviços de marmitas e pratos saudáveis, que entregam comidas nutritivas prontas onde você quiser.

Foque na sua saúde

Pela falta de tempo, é comum que as pessoas deixem de ir ao médico quando se sentem indispostos ou doentes. Isso pode fazer com que enfermidades que poderiam ser facilmente tratadas se tornem problemas cotidianos, arrastando o transtorno por muito tempo até que se torne tão incômodo ou tão grave que a visita ao médico não pode mais ser adiada. Deixe de lado esta mentalidade e busque formas de facilitar suas idas ao médico para que não atrapalhem tanto sua rotina, como visitar profissionais mais próximos da sua casa ou trabalho e contratando um bom plano de saúde para ter facilidade em marcar consultas e exames.

O que achou das nossas dicas sobre como manter uma vida saudável? O que você faz para cuidar da sua saúde no meio da correria do dia a dia? Conte para a gente nos comentários!

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Como funciona a faixa etária de plano de saúde?

A idade do beneficiário é um dos aspectos que influenciam a variação de preços nos serviços oferecidos pelas operadoras. Tanto na precificação de novos contratos quanto nos reajustes periódicos dos valores a que os segurados estão sujeitos, é importante estar atento à faixa etária de plano de saúde.

Mais do que se programar para cada reajuste e estimar a progressão dos preços do plano ao longo do tempo, saber como funciona o sistema de faixas etárias é essencial para compreender as diferenças de valores cobrados pelas operadoras, assim como avaliar se a variação de custos é justa, transmitido pelo portal Dr. U. No entanto, muita gente tem dúvidas quanto a quais são as normas para este recurso e como ele é aplicado na prática.

Por isso, vamos explicar neste artigo como funciona a diferença de preços por faixa etária de plano de saúde e como ela funciona nos diferentes contratos. Veja a seguir as regras para aplicação deste fator e entenda por que ele existe.

Como funciona o sistema de faixa etária de plano de saúde?

A variação de preço por faixa etária plano de saúde é normatizada pela ANS, ou Agência Nacional de Saúde Suplementar, que é a instituição responsável por regulamentar as operadoras de planos de saúde particulares do país. Segundo a Agência, o contrato do plano de saúde pode prever um percentual de aumento no preço do plano para cada mudança de faixa etária do beneficiário ou dos seus dependentes, sendo que as faixas são fixadas pela norma regulamentadora da ANS.

Assim, existem 10 diferentes faixas etárias, que são válidas tanto para planos de saúde individuais ou familiares quanto para os planos coletivos. As faixas determinadas pela ANS são as seguintes:

  • 0 a 18 anos
  • 19 a 23 anos
  • 24 a 28 anos
  • 29 a 33 anos
  • 34 a 38 anos
  • 39 a 43 anos
  • 44 a 48 anos
  • 49 a 53 anos
  • 54 a 58 anos
  • 59 anos ou mais

No entanto, existem algumas regras para aplicação destes reajustes. Os percentuais de variação precisam estar expressamente apontados no contrato, e só podem ser empregados nas faixas autorizadas – sendo que também existem limites para os seus valores. A Resolução Normativa nº 63, publicada pela ANS em 2003, determina que o valor para a última faixa etária de plano de saúde não pode ser seis vezes maior do que o da primeira. Além disso, a variação entre a sétima e a décima faixa não pode ser superior à diferença entre a primeira e a sétima, para que não haja aumento excessivo de valor nas últimas faixas etárias.

Desta forma, entre a primeira e a última faixa etária costuma ser fixada uma variação de 500% do valor total da prestação. Por conta destes reajustes, os planos também têm custos iniciais de contratação diversos para indivíduos de diferentes faixas etárias: um plano com mesma cobertura de serviços e assinado no mesmo dia terá mensalidades mais caras para um indivíduo de 45 anos do que para um de 26, por exemplo.

Por que existe esta diferenciação?

A ANS permitiu o estabelecimento dos reajustes por faixa etária de plano de saúde em razão de que, por causas naturais, é compreendido que se tornam necessários mais cuidados com a saúde e maior utilização de serviços desta natureza conforme a idade avança. Por isso, é permitido o aumento gradual das prestações, contanto que não sejam percentuais desarrazoados ou excessivos, e não discriminem o idoso.

Todos os contratos estão sujeitos às regras deste reajuste?

Não. As regras de aplicação de reajustes variam conforme a data de contratação do plano. A Lei 9.656, também conhecida como Lei dos Planos de Saúde, só foi aprovada em 1998. Isso quer dizer que os planos contratados até dia 2 de janeiro de 1999 devem seguir o que constar no contrato, contanto que estejam expressos claramente as faixas etárias e os percentuais de variação no documento. Caso contrário, esta prática é proibida.

Nos planos contratados entre 2 de janeiro de 1999 e 1° de janeiro de 2004, a Lei 9.656 estipulou 7 níveis de faixa etária de plano de saúde, ressaltando que consumidores com mais de 60 anos e que participem do plano há mais de 10 anos não podem sofrer variação por mudança de faixa etária – protegendo estes beneficiários da última faixa de reajuste desta norma, aos 70 anos.

Em 2003, no entanto, foi publicado o Estatuto do Idoso, que proíbe a discriminação do idoso nos planos de saúde através desta variação de valores por faixa etária. Para se adaptar a esta nova lei, todos os contratos a partir de 2004 seguem as novas regras apresentadas.

Gostou do artigo? Se ainda restarem dúvidas sobre a faixa etária de plano de saúde, entre em contato conosco! Podemos ajudar você a encontrar o melhor plano para a sua família.

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Plano de saúde Itaú: qual o preço?

Ao buscar um bom plano de saúde para a família, é normal se interessar pelos serviços oferecidos por empresas de renome em busca da qualidade e credibilidade que estão atrelados à marca. Com o Itaú, isto não é diferente. Por ser uma marca bastante conhecida, cada vez mais pessoas buscam conhecer mais a respeito do plano de saúde Itaú, o preço e outras informações dos serviços prestados.

Desde 2003, o Itaú conta com a Fundação Saúde Itaú, que oferece diversos atendimentos aos segurados. São atendimentos hospitalares e ambulatoriais, assim como cobertura a exames, consultas, procedimentos cirúrgicos e serviços auxiliares, a depender de cada plano.

Quer saber mais sobre o assunto? A seguir, vamos falar sobre a instituição, o preço e os serviços do plano de saúde Itaú. Confira!

O que é o Itaú Saúde?

O Itaú Saúde foi implantado em novembro de 2003, tendo sido criado para abranger os colaboradores do conglomerado Itaú Unibanco. A Fundação Itaú Saúde está registrada na ANS, ou Agência Nacional de Saúde Suplementar, obedecendo a todas as normativas da instituição reguladora.

Inicialmente, o Itaú Saúde se limitava ao estado de Minas Gerais. Ao longo do tempo, porém, foi sendo estabelecido em outros estados. Em 2005, foi criada uma filial em São Paulo, passando então a atender também a Bahia, Paraná, Goiás e Distrito Federal. Desde 2007, foi implantada a rede nacional credenciada, com atendimentos de urgência e emergência para colaboradores em trânsito em qualquer estado do território nacional.

Que planos são oferecidos?

Os planos do Itaú Saúde são estruturados em sete padrões de cobertura diferentes, de acordo com a rede credenciada, os valores de reembolso e pelo tipo de acomodação oferecida em caso de internação. No entanto, são todos planos coletivos, ou seja, planos que estão disponíveis para quem tem ligação com uma empresa, associação ou sindicato. No caso, os planos são feitos para atender especificamente aos colaboradores da rede Itaú.

Ao todo, são 7 faixas de planos que estão disponíveis para os interessados. Os planos são divididos em Básico, Especial, Especial I, Executivo, Executivo I, Executivo II e Premium. O plano básico tem acomodação em enfermaria ou quarto coletivo, enquanto os demais oferecem acomodação em apartamento para internações.

No site do Plano de Saúde Itaú, você pode conferir o status de cada plano e ver a abrangência geográfica dos diferentes serviços. Da mesma forma, é possível consultar a rede de prestadores que atua dentro dos planos, podendo filtrar por cidade, tipo de serviço e por especialidade. Vamos ver a seguir como funciona o preço do plano de saúde Itaú.

Qual o preço do plano de saúde Itaú?

Muita gente tem dúvidas em relação ao preço do plano de saúde Itaú. Os custos dos planos são estimados anualmente, para compensar as variações da moeda e do preço dos serviços e recursos para atendimento dos segurados. A revisão é feita durante o mês de março de cada ano pela consultoria Willis Towers Watson, que considera a diferença nos custos médicos e hospitalares no cálculo, assim como o perfil dos participantes.

Assim, é importante saber que o preço dos planos varia de ano a ano, assim como com a idade dos beneficiários. O reajuste anual dos planos coletivos não é regulado pela ANS, como ocorre com os planos individuais, pois a instituição compreende que deve deixar a negociação a cargo da operadora e da parte interessada, conforme as normas contratuais estabelecidas. No entanto, é possível consultar no site da ANS o índice de reajuste por mudança de faixa etária para acompanhar o aumento de preço.

Atualmente, são consideradas 10 faixas etárias diferentes para o reajuste, sendo que a diferença de custo entre a primeira e a última chega a 500%. Elas dividem os beneficiários em classes de idade, passando por aumentos desde a primeira infância até os 60 anos. A partir da terceira idade, não há mais reajuste por faixa etária, ocorrendo apenas os reajustes anuais que se aplicam a todos os planos.

Você já conhecia os planos de saúde do Itaú? Conte para a gente nos comentários. Se você ficou interessado ou tem mais alguma dúvida a respeito do plano de saúde Itaú, entre em contato com a gente!

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Os planos de saúde em São Paulo mais acessíveis?

Existem muitos planos de saúde em São Paulo à disposição de quem está interessado. Com a segurança que estes planos oferecem, muitas pessoas sonham em encontrar uma boa operadora para contar com os benefícios sem que isto pese no bolso.

Por isso, é bom saber que existem várias opções no mercado para quem está atrás de planos de saúde em São Paulo. Apesar disso, identificar a melhor alternativa entre todas as oferecidas ainda assim pode ser um desafio. Como escolher o plano mais acessível? Devo apenas procurar a operadora mais barata, ou existem outros pontos a observar? Qual a melhor forma de saber o investimento mais vantajoso para a minha família?

Neste artigo, vamos falar sobre os planos de saúde em São Paulo e como identificar os que realmente valem o investimento sem comprometer o seu orçamento. Veja a seguir quais os planos de saúde em São Paulo são os mais acessíveis e entenda como os preços são estabelecidos para escolher a melhor opção para a sua família.

Quais os planos de saúde em São Paulo mais acessíveis?

São várias as opções de planos de saúde em São Paulo, e muitas operadoras possuem preços similares para planos parecidos. No entanto, podem ser citadas algumas que são conhecidas por seus valores acessíveis para que você possa conferir.

Entre os resultados mais econômicos, estão a Plena, Amil, São Cristóvão, Notre Dame, Unimed e Bradesco Saúde. No entanto, existem também planos bem acessíveis em operadoras de menor porte, como a Health Santaris, PlanSaude, Grupo São José Saúde, Santa Casa Saúde José dos Campos, Dona Saúde e Ameno Saúde. Estes são alguns planos de saúde em São Paulo que você pode pesquisar para ter bons valores de referência.

O que pode influenciar o valor?

Nem sempre é fácil comparar os preços de diferentes planos porque são muitas variáveis envolvidas neste processo. A cobertura de serviços e de locais nos quais o plano oferece seus benefícios pode oscilar bastante de acordo com a operadora em questão e com o número de facilidades que o segurado está disposto a pagar.

Além disso, outros critérios como as associações de cada operadora e a faixa etária dos beneficiários e de seus dependentes pode alterar significativamente o custo final entre planos iguais ou similares. Por isso, ao procurar por economia nos planos de saúde em São Paulo, é importante também estar atento a alguns outros pontos para garantir um bom negócio. Vamos ver no próximo item algumas dicas de como fazer isto.

Como escolher o plano mais vantajoso?

Quando falamos sobre escolher um plano de saúde econômico, não basta apenas comparar os preços oferecidos por diferentes seguradoras. Afinal, de nada adianta contratar um plano barato que não cobre os serviços que a sua família precisa, ou não opera nas regiões em que você mais costuma frequentar, não é mesmo?

Um plano de saúde deve ser capaz de cobrir as principais necessidades dos beneficiários para que seja um bom investimento. Do contrário, você estará se comprometendo a pagar uma mensalidade que não oferece benefícios reais, correndo o risco de não conseguir tirar proveito da cobertura do plano e ter de pagar pelos atendimentos que a sua família realmente precisa.

Assim, é essencial saber o que você precisa do plano. Se alguma pessoa da família possui uma doença que precisa de tratamento especial ou já identificou clinicamente ter chances de desenvolver um quadro assim, procure por planos que cubram este tipo de necessidade. Se não é o caso, você pode focar em planos básicos, mas dê atenção para que também tenham boa cobertura dos serviços mais comuns.

Outro ponto importante é a cobertura do plano. Se você não sai da cidade com frequência, um plano local pode ser a opção mais econômica para o seu caso. No entanto, se é comum sua família ir visitar outra cidade ou estado, considere os benefícios de encontrar um plano que também ofereça sua segurança nestes locais. Mais do que focar em prestações baixas, é fundamental pensar no custo-benefício para identificar os planos de saúde em São Paulo mais acessíveis.

Está pesquisando por planos de saúde em São Paulo? Podemos ajudar você a encontrar o melhor plano para a sua família com o preço mais acessível! Entre em contato com a equipe de Compara Planos de Saúde e proteja quem você ama com economia.