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Dicas da Compara

Nova marca da Viacorp sinaliza mudança de conceito no comando da corretora

A Viacorp está na estrada há duas décadas. Surgiu numa época em que tudo era muito difícil, mas, por outro lado, tudo era muito fácil.

Ao longo de sua trajetória, a empresa teve o cuidado de acompanhar as mudanças sem a elas resistir.

Para marcar uma nova fase, a Viacorp redesenhou a sua logomarca nas cores azul e vermelho. A imagem, que remete a um largo sorriso, assim como as cores, não foram escolhidas ao acaso.  

A nova marca simboliza também o conceito de inovação, de desafios, como o modelo de unidades próprias e avançadas, por exemplo.

Além de ser responsável pela nova cara da Viacorp, a agência de marketing – uma das mais bem avaliadas no mercado – é responsável por gerar milhares de leads qualificadas para ajudar o corretor a alavancar as suas vendas.

A corretora, que mantém parceria com uma instituição financeira, ainda oferece crédito com facilidade para os parceiros da casa.

“É por essas e outras que estamos preparados para atravessar a pandemia”, diz Rosa Maria, única mulher sócia do projeto.

Fonte: Blog do Corretor

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Planos de Saúde

Como cancelar o plano de saúde após demissão do colaborador

Contar com os benefícios de um plano de saúde de qualidade por um preço bem abaixo do mercado é uma das grandes vantagens de trabalhar para uma empresa bem estruturada. No entanto, uma das maiores dúvidas das empresas que oferecem este tipo de planos coletivos para os seus empregados é o que ocorre com o plano de saúde após demissão.

Quando ocorre este tipo de desligamento, a empresa é obrigada a manter o ex-empregado no plano enquanto o benefício for ofertado para os outros funcionários. No entanto, esta obrigação não ocorre em qualquer situação, e possui algumas regras mesmo quando se aplica. Apesar disto, é preciso ter cuidado para não cancelar o benefício de forma indevida, pois isto pode ocasionar indenizações judiciais para a empresa.

Veja a seguir como funciona o cancelamento do plano de saúde após demissão e entenda o que a lei diz sobre este assunto.

O que acontece com o plano de saúde após demissão?

Se a demissão ocorreu por um pedido de desligamento por parte do funcionário, por justa causa ou por um acordo entre as duas partes, é realizado o cancelamento do plano de saúde após demissão. Neste caso, o empregado não tem o direito de permanecer no plano da empresa após o desligamento.

No entanto, se a demissão ocorre sem justa causa, a Lei dos Planos de Saúde (lei n° 9.656, de 2011) estabelece que o funcionário demitido tem direito de se beneficiar do plano por um prazo definido. Além disso, para continuar utilizando o plano da empresa, ele deve passar a arcar com 100% do valor das mensalidades, pagando integralmente pelo custo do seu plano e dos seus dependentes.

Este benefício só é garantido quando o funcionário também contribuiu para o plano durante o tempo em que trabalhou na empresa, e só é válido enquanto estiver em situação de desemprego. Se vier a ser contratado em uma nova empresa, o direito de permanecer no plano do antigo empregador é extinto. Da mesma forma, se a empresa era responsável por pagar o valor total do plano do empregado, o direito não é garantido.

Por que tempo o plano de saúde é mantido?

O plano de saúde após demissão tem prazo mínimo e máximo para ser utilizado pelo beneficiário desligado. A lei diz que o empregado tem direito de permanecer no plano por um terço do período em que trabalhou na empresa, mas limita o prazo do benefício em no mínimo 6 meses e no máximo 2 anos.

Assim, um funcionário contratado por apenas 1 mês tem direito se beneficiar do plano por 6 meses após o desligamento, sem a necessidade de envios eletrônicos. No caso de empregados que trabalharam na empresa por até 6 anos, a regra do período igual a um terço do tempo de serviço prestado se aplica. Entretanto, para os funcionários mais antigos, o tempo máximo do benefício é sempre 2 anos – tenham eles trabalhado na empresa por 7, 10 ou 30 anos.

O que acontece se a empresa cancelar o plano?

Depende da forma do cancelamento. A empresa não pode cancelar o plano de saúde após demissão de um funcionário, pelo menos não de forma isolada, sem correr o risco de pagar indenização. Ou seja, ela não pode negar ao funcionário demitido sem justa causa que permaneça se beneficiando do plano pelo prazo previsto em lei se ele demonstrar interesse em continuar com o benefício por conta própria. Por conta disto, ela deve comunicar o empregado do seu direito após a demissão, sendo que ele tem 30 dias de prazo a partir deste fato para informar que quer se manter no plano.

No entanto, se ele não apresentar formalmente o desejo de ser mantido no contrato, o benefício pode ser cancelado. Além disso, se o ex-empregador cancelar o plano de todos os profissionais vinculados ao contrato, como em caso de troca de plano ou operadora, o ex-colaborador não deverá ser incluso no novo serviço, mesmo que ainda não tenha vencido o seu prazo de permanência. Neste caso, ele perde o direito de manter o plano de saúde no momento em que ele é extinto.

Nem sempre é fácil para a empresa saber o que fazer com o plano de saúde após demissão. Se você precisa de assistência com as operadoras ou com os planos de saúde, entre em contato com a gente! A Compara tem uma equipe de profissionais preparados para ajudar você.

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Planos de Saúde

Entenda o que é migração de plano de saúde

Você sabe o que é migração de plano de saúde? É normal trocar de plano de saúde algumas vezes ao longo da vida. Seja por sair de um plano empresarial, estar insatisfeito com os serviços da operadora atual ou buscar um plano mais vantajoso para a sua família, é comum passar pelo processo de troca de plano várias vezes com a passagem dos anos.

E, para facilitar a troca de contratos, existem várias maneiras de mudar de plano ou atualizar os serviços da sua operadora, como a portabilidade, adaptação e o próprio cancelamento, por exemplo. Neste artigo, vamos falar sobre a migração, um processo que ainda gera muitas dúvidas quanto ao seu funcionamento.

Assim, a Compara preparou este material para ajudar você a entender melhor os casos em que este tipo de processo de aplica, e quais são as suas principais regras. Veja a seguir o que é migração de plano de saúde e descubra se você pode utilizar este dispositivo para atualizar os serviços do seu contrato!

O que é migração de plano de saúde?

Se existem tantas formas de alterar os contratos de planos de saúde, o que é migração de plano de saúde, afinal?

Basicamente, o processo de migração permite a troca de um plano não regulamentado por um plano com contrato atualizado de acordo com as normas atuais. Esta troca é efetuada dentro da mesma operadora de saúde, e pode ser realizada por beneficiários de contratação individual ou coletiva por adesão.

Os planos individuais também são conhecidos como planos familiares, e são aqueles em que você mesmo procura a seguradora para assinar uma cobertura assistencial para si mesmo e para a sua família. Os planos coletivos por adesão, por sua vez, são aqueles contratados por uma associação de caráter profissional, classista ou setorial, e oferecidos por estas entidades às pessoas vinculadas para que possam aderir, se assim desejarem.

Desta forma, a única modalidade de planos de saúde que não pode efetuar a migração são os planos empresariais. Além disso, a migração deve sempre ocorrer dentro da mesma seguradora, pois é um processo de atualização do plano oferecido.

O que é um plano não regulamentado?

A Lei 9656/98, também conhecida como Lei dos Planos de Saúde, foi redigida em 1998 e entrou em vigor em janeiro de 1999. A partir dela, foram padronizados diversos regramentos e entendimentos para que os contratos e serviços oferecidos pelas operadoras de saúde não lesem o consumidor nem possuam cláusulas abusivas, garantindo o bom funcionamento dos planos.

Antes desta data, cada contrato de planos de saúde tinha uma redação própria com condições específicas para cada caso, existindo variedade de contatos, preços e restrições quanto aos serviços oferecidos pela falta de parâmetros legais definidos. Assim, os planos não regulamentados são os contratos assinados antes de janeiro de 1999, pois não estão de acordo com as exigências legais requeridas atualmente para a contratação de um plano de saúde.

Como é feita a migração?

A migração é feita através da celebração de um novo plano, com contrato regulamentado pela Lei 9656. A faixa de preço do novo plano deve ser igual ou inferior à que se enquadra o plano de origem, de acordo com a data de assinatura da proposta de adesão. Além disso, a migração permite que seja feita a troca de plano sem que seja necessário cumprir novos períodos de carência.

O direito de migração de plano de saúde é garantido ao responsável pelo contrato e a cada beneficiário autonomamente. Para fazer a sua migração, para dirigir-se até a sua operadora e levar o relatório de planos de saúde que são de tipo compatível para solicitar a sua proposta. A migração não pode ser feita para planos que estejam cancelados ou com comercialização suspensa, por exemplo. Na proposta, deve estar indicado que o contrato do novo plano de saúde entra em vigor na data da sua assinatura.

Você já sabia o que é migração de plano de saúde e como funciona este processo? Se está com dúvidas a respeito de planos ou precisa de ajuda para encontrar a melhor operadora para a sua família, entre em contato conosco! A Compara conta com uma equipe de especialistas preparados para ajudar você.