O que é o período de carência dos planos de saúde?

Março é o mês em que se comemora o dia internacional da mulher (8 de março) e, por esta razão criamos um conteúdo com dicas especiais para o cuidado com a saúde feminina.

Porque você precisa esperar para usar seu plano de saúde?

Leia até o final para esclarecer suas dúvidas sobre o significado termo carência no momento de adquirir ou trocar o seu plano de saúde.

Na hora de contratar um plano de saúde, é muito comum que algumas pessoas fiquem decepcionadas ao descobrir que antes de utilizar a maioria dos serviços oferecidos, será necessário aguardar o período de carência do plano de saúde.

Sendo uma contratação de urgência, pode ser uma grande frustração descobrir que você não poderá realizar as suas consultas e exames de imediato.

O que é o período de carência dos planos de saúde?

De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), carência é o tempo necessário para que você tenha acesso a determinadas coberturas previstas após a contratação do seu plano.

O motivo apresentado pelas operadoras é que, se o beneficiário tiver acesso a todos os serviços antes do pagamento de algumas parcelas, isso pode gerar prejuízo para as empresas.

A ANS ainda define os intervalos máximos de carência, sendo que as operadoras são obrigadas a liberarem os serviços a medida que os prazos forem cumpridos. Porém, é necessário ressaltar que as marcas de seguros podem determinar seus próprios períodos, desde que não exceda o que está preestabelecido.

Já a cobertura do plano de saúde nada mais é do que o conjunto de serviços que você terá acesso ao contratá-lo. 

Quais são os prazos de carência?

Ainda de acordo com a ANS, esses devem ser os prazos máximos para a liberação de cada procedimento em planos de saúde:

  • 24 horas para urgência e emergência;
  • 180 dias para exames, consultas, internação e cirurgia;
  • 300 dias para parto;
  • 24 meses para doenças preexistentes.

Na prática, geralmente, grande parte das operadoras oferecem os seguintes prazos:

  • 24 horas para urgência e emergência;
  • 30 dias para consultas e exames;
  • 180 dias para internações;
  • 300 dias para parto;
  • 24 meses para doenças preexistentes.

Carência para urgência e emergência

Para todos os planos de saúde contratados depois de janeiro de 1999, após 24 horas, o cliente é assegurado para ser atendido em situações de urgência e emergência, seguindo as determinações do seu plano.

Plano Ambulatorial + Hospitalar

Se o plano de saúde engloba assistência médico-ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria ou apartamento, após 24 horas da vigência do contrato, os atendimentos de urgência e emergência são ilimitados.

Plano Ambulatorial

Caso o plano de saúde tenha cobertura apenas ambulatorial, o atendimento se estende até as 12 horas iniciais. Após esse período e caso haja necessidade de internação, o paciente deverá assumir as despesas.

Carência para parto

No período da gravidez, a mulher passa por exames de pré-natal e, após os 9 meses, ocorre o parto. Por isso, é preciso estar atento aos prazos de carência para parto.

No geral, a carência é de 300 dias para partos a termo (a partir da 38ª semana de gravidez). Porém, em casos de partos prematuros, ou seja, de gravidez com previsão de nascimento dentro do período de carência, os planos de saúde podem cobrir as despesas de parto se este for realizado em atendimento de urgência e emergência.

Existe plano de saúde sem carência?

Essa é uma dúvida comum, afinal, quem contrata um plano de saúde deseja acessar os serviços médicos do seu plano o mais rápido possível.

Uma das opções para quem tem pressa é fazer a contratação coletiva.

Porém, é necessário um número mínimo de vidas para a isenção da carência.

Grande parte das operadoras oferece carência zero em contratações acima de 30 vidas. 

No entanto, algumas empresas já oferecem este benefício para grupos com mais de 10 pessoas.

Mesmo assim, fique atento ao seu contrato, pois existe a possibilidade de que nem todas as carências sejam liberadas. Mesmo em contratações coletivas, algumas operadoras mantêm o período de espera para parto ou procedimentos relacionados a uma condição preexistente.

Nos planos por adesão, o beneficiário está isento de grande parte das carências, porém é comum que a cobertura parcial temporária ainda permaneça por 2 anos em casos de doenças preexistentes. 

Após cada data de aniversário, é possível que novos integrantes façam parte do plano sem a necessidade de cumprir o período de carência.

Como funciona a portabilidade de plano de saúde?

Muita gente tem medo de mudar de plano de saúde e correr o risco de precisar cumprir um novo período de carência. Felizmente, a portabilidade oferece a possibilidade de mudança de plano para outro ou para uma outra operadora, sem carência.

Anteriormente, para solicitar a portabilidade, era necessário estar vinculado a um plano do tipo individual, familiar ou coletivo por adesão, tendo sido contratado após o ano de 1999. Além disso, era preciso ter cumprido todas as carências e já ter permanecido por pelo menos 2 anos no convênio.

Porém, as regras mudam a partir de junho de 2019. 

Partindo desta data, aqueles que possuem contratação de um plano empresarial também podem solicitar a portabilidade, sendo possível mudar para um plano de maior cobertura sem a necessidade de cumprir novos prazos.

Para entender quais coberturas você tem direito e qual é o período de carência do seu plano, é necessário se atentar ao tipo de plano escolhido. 

Por isso, ao pensar em contratar um plano de saúde, busque um profissional de sua confiança e avalie com cuidado todos os detalhes.

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Março é o mês em que se comemora o dia internacional da mulher (8 de março) e, por esta razão criamos um conteúdo com dicas especiais para o cuidado com a saúde feminina.

Ao longo da vida, geralmente, são as mulheres que assumem a função de cuidar dos outros. E, apesar de fazerem mais exames que os homens, algumas delas, na correria do dia a dia, acabam esquecendo de cuidar da própria saúde.

Confira algumas dicas importantes para cuidados com a saúde da mulher:

  1. Durma bem

Uma boa noite de sono, pode fazer muita diferença na vida da mulher que vive com os dias corridos e cheio de atividades. É principalmente à noite que o corpo consegue descansar, reparar os danos e se preparar para a manhã seguinte. Logo, quando o sono não é de qualidade, o dia pode começar com dores de cabeça e fadiga intensa – em longo prazo, o mau hábito pode acabar prejudicando também cérebro e coração. Recomenda-se de 6 a 8 horas de sono por dia.

  1. Alimente-se bem. 

A escolha dos alimentos que vão no seu prato é um dos pontos centrais para se ter uma melhor qualidade de vida. Esse cuidado resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol, além do bem estar físico e mental. Dê preferência aos alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados. Faça boas escolhas! Opte por água, leite e frutas no lugar de refrigerantes e bebidas lácteas. Não substitua comida feita na hora (caldos, sopas, saladas, arroz e feijão, macarronada, refogados de legumes e verduras, farofas, tortas) por produtos que “prontos, (sopas “de pacote”, macarrão “instantâneo”, pratos congelados, sanduíches, frios e embutidos. Essas são pequenas mudanças que fazem total diferença na sua saúde.

  1. Cuide da sua mente.

Quando falamos em cuidados com a saúde da mulher, é necessário ir além do físico e considerar aspectos psicológicos também. Com a correria da rotina e o acúmulo de tarefas, é normal que as mulheres se sintam pressionadas e muito ansiosas, sinais que tendem se agravar com o tempo, principalmente se não recebem os devidos cuidados.

Se você percebe uma tristeza constante, desânimo, apatia ou sintomas parecidos, a busca por ajuda especializada deve ser prioridade. Esses são sinais são comuns a transtornos como estresse e depressão, que também podem desencadear outros problemas no corpo, como doenças cardiovasculares.

  1. Pratique atividade Física

Os exercícios físicos precisam fazer parte da rotina, inclusive, independente do objetivo de emagrecer ou não.

Manter-se em movimento pode trazer benefícios que vão além do emagrecimento.

Realizar atividades físicas com duração de pelo menos 30 minutos diariamente, investindo em uma alimentação com mais elementos naturais, há a melhora da circulação sanguínea, aumento da disposição, maior absorção de nutrientes e mais liberação de serotonina (hormônio do prazer).

Abandonar o sedentarismo diminui o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, obesidade, além de conferir mais disposição e energia para o dia a dia.

  1. Menos sal e mais água

Esse é um cuidado que transforma totalmente o corpo de qualquer mulher. Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água. O excesso de sal, além de comprometer a saúde, pode contribuir para o inchaço de pés, pernas, barriga e outras regiões do corpo. A retenção de líquidos provocada pelo consumo excessivo de sal, sobrecarrega o coração, os rins, os vasos sanguíneos e pode causar a hipertensão. Já a ingestão contínua de água é fundamental para manter o metabolismo, as atividades celulares e funcionamento do intestino. A água é essencial para que os processos de absorção, digestão e excreção de alimentos funcionem como um relógio. Com mais líquido,você ajuda seu corpo na expulsão do alimento do corpo durante o processo digestivo.

Além de todos esses cuidados, é importante estar sempre em dia com seus exames e consultas. 

Ir ao médico regularmente, fazer o autoexame e procurar qualquer ajuda profissional é um ato de amor próprio, é querer o próprio bem-estar e prevenir o desenvolvimento de diversas doenças. 

Algumas consultas médicas devem ser feitas anualmente, como câncer de colo de útero, mamas e pele. Mantenha em dia as consultas com ginecologista, dermatologista, cardiologista, oftalmologista e clínico geral.

Nós sabemos da importância dos cuidados com a saúde da mulher, e temos o plano de saúde ideal para o seu autocuidado.

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